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10/11/2017 OPAS reforça recomendação de uso de ícones de advertência frontais em embalagens de alimentos no Brasil A OPAS recomenda que os ícones de advertência estejam na parte superior das embalagens, ocupando ao menos 30% da rotulagem frontal

Em um painel técnico realizado dia 9 de novembro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelo Ministério da Saúde, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) reforçou suas recomendações para a aplicação de ícones frontais de advertência nutricional na rotulagem de alimentos no Brasil. Governo Federal, pesquisadores, especialistas, organizações e indústria de alimentos, entre outros atores, participaram da discussão e apresentaram suas propostas de modelos para que o país possa avançar nesse processo regulatório.

A OPAS recomenda que os ícones de advertência estejam na parte superior das embalagens, ocupando ao menos 30% da rotulagem frontal. A sugestão do espaço a ser ocupado leva em conta o fato de que esses alertas competirão com outros elementos da embalagem, como cores e desenhos. A organização defende que rótulos de alimentos processados e ultraprocessados devem conter os seguintes alertas: “muito açúcar”, “muito sódio”, “muita gordura saturada”, “contêm adoçantes” e/ou “contém gordura trans”.

Outro ponto abordado foram as informações e números dispostos na rotulagem de produtos alimentícios que utilizam unidades diferentes e podem confundir o consumidor. Estudos revelam que o grau de abstração aumenta quando as alternativas se tornam não comparáveis. Há valores em gramas e porções, entre outras unidades, oque faz com que as pessoas não consigam comparar um produto com outro.

Personagens do universo infanto-juvenil, imagens e referências a produtos frescos (frutas, por exemplo), alegações sobre micronutrientes e benefícios à saúde, além de promoções, também são considerados danosos. Isso porque tiram o foco do consumidor em relação às informações nutricionais.

(Imagem: OPAS)

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