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Participação Social e Equidade
Saúde da População do Campo e da Floresta
Sobre o Grupo de Trabalho
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Sobre o Grupo de Trabalho
Saúde para todos, para os povos do campo e da floresta

Para assegurar o direito à saúde dos quase 530 mil cidadãos que vivem nas zonas rurais do estado do Rio, um conjunto de medidas foram estipuladas pela Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta. É um desafio para os gestores públicos e para uma gestão participativa, portanto, compreender, desenhar, executar e integrar políticas que atendam à diversidade de modos de vida, produção, locomoção, cultura, saberes tradicionais, entre outros, daqueles que vivem em áreas de baixa ou sem urbanização. Assim, com o objetivo maior de eliminar iniquidades de acesso à saúde, a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) criou o Grupo de Trabalho de Saúde da População do Campo e da Floresta.

Para assegurar o direito à saúde dos quase 530 mil cidadãos que vivem nas zonas rurais do estado do Rio, um conjunto de medidas foram estipuladas pela Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta. É um desafio para os gestores públicos e para uma gestão participativa, portanto, compreender, desenhar, executar e integrar políticas que atendam à diversidade de modos de vida, produção, locomoção, cultura, saberes tradicionais, entre outros, daqueles que vivem em áreas de baixa ou sem urbanização. Assim, com o objetivo maior de eliminar iniquidades de acesso à saúde, a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) criou o Grupo de Trabalho de Saúde da População do Campo e da Floresta.

Compõem o GT de Saúde da População do Campo e da Floresta: a Superintendência de Atenção Básica (Apoio à Gestão da Atenção Básica, Área Técnica das Populações em Situação de Vulnerabilidade e Área Técnica de Práticas Integrativas), juntamente com a Assessoria de Humanização, a Assessoria Técnica de Gestão Estratégica e Participativa e a Superintendência de Vigilância em Saúde (Área Técnica da Saúde do Trabalhador). Com encontros quinzenais, o trabalho integrado dessas Áreas tem se concentrado no mapeamento de tais populações, e elaboração de diagnóstico das regiões, tendo em vista a formulação de ações que garantam serviços de saúde com qualidade e resolutividade.

Anterior ao GT de Saúde da População do Campo e da Floresta, havia grupo de trabalho que discutia o Programa Territórios da Cidadania, integrado à SES. Compreendeu-se que as populações prioritárias do Programa Territórios da Cidadania seguem contempladas no novo GT, uma vez que a referida Política Nacional trata dos povos e comunidades que têm seus modos de vida, produção e reprodução social relacionados predominantemente com o campo, a floresta, os ambientes aquáticos, a agropecuária e o extrativismo.

São considerados povos do campo e da floresta:

“ Populações do campo e da floresta: povos e comunidades que têm seus modos de vida, produção e reprodução social relacionados predominantemente com o campo, a floresta, os ambientes aquáticos, a agropecuária e o extrativismo, como: camponeses; agricultores familiares; trabalhadores rurais assalariados e temporários que residam ou não no campo; trabalhadores rurais assentados e acampados; comunidades de quilombos; populações que habitam ou usam reservas extrativistas; populações ribeirinhas; populações atingidas por barragens; outras comunidades tradicionais (grupos culturalmente diferenciados que se reconhecem como tradicionais, possuem formas próprias de organização social e ocupam e utilizam territórios e recursos naturais como condição para sua produção e reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos e inovações práticas gerados e transmitidos pela tradição); dentre outros.” (PNSIPCF, 2011).

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