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Pacientes prestam homenagens às equipes que salvaram suas vidas no Dia do Médico 18/10/2021 Pacientes prestam homenagens às equipes que salvaram suas vidas no Dia do Médico Secretaria de Estado de Saúde lança a campanha “Meu doutor é fechamento”, em suas redes sociais e webdocs no Youtube, para prestigiar os profissionais que dedicam seus dias à saúde dos fluminenses

O parto da pequena Elloá, de sete meses, foi realizado às pressas no Hospital Estadual Azevedo Lima. O estado de saúde de sua mãe, a manicure Valesca Andrade da Silva, de 33, tinha se agravado e ela precisava ser intubada. Mesmo muito fraca, antes do procedimento, pediu para ver a filha. “Não queria morrer sem olhar a carinha dela”, conta Valesca, que, hoje, recuperada, agradece a saúde da pequena, já com sete meses. No Dia do Médico, Valesca é uma das muitas vozes de gratidão à dedicação das equipes durante a pandemia de Covid. Essas histórias serão contadas a partir desta segunda-feira (18) nas redes da Secretaria de Estado de Saúde na campanha “Meu doutor é sangue bom”.


Valesca é só elogios aos clínicos e especialistas do hospital, a quem cita, nome a nome: “Foi o melhor atendimento de saúde que eu já vi, não só para mim, mas para todos os pacientes. Fiquei internada 45 dias e vi o excelente tratamento, atenção que davam a todos”.


Essa emoção é compartilhada pela dona de casa Sarah Domiciano Camargo da Silva, de 24 anos, mãe das trigêmeas que emocionaram o país por serem um caso raro de xifópagas - em que duas nascem com parte dos corpos unidos. Gabriella e Raphaella se submeteram a um delicado procedimento realizado pela equipe do chefe da cirurgia pediátrica, Francisco Nicanor, no Hospital Estadual da Criança (HEC), em Vila Valqueire. A estrutura de pré e pós operatório mobilizou mais de 50 profissionais de diversas especialidades da unidade, referência para casos de alta complexidade em crianças e adolescentes até 19 anos. Foram 10 meses de internação. Ela e o marido ainda dividiam os cuidados com a pequena Isabella, hospedados na Fraternidade das Irmãs, na Paróquia São Roque, em Vila Valqueire.


“Eu queria parabenizar a todos os médicos, em especial os que cuidaram de mim e das minhas bebês. Elas nasceram de sete meses e precisei de todo cuidado e apoio, eles abraçaram a nossa causa, a nossa luta. Eles decidiram fazer a cirurgia com cinco meses para que tivessem um bom peso. Eles se empenharam em estudar o caso delas. Todo o processo de desenvolvimento delas dentro da minha barriga e depois. Graças a Deus, eles se empenharam muito em pesquisar, estudar, ver outros casos, porque era inédito no hospital. Apesar da gravidade, não tinha muito na história, eles se dedicaram mesmo. E toda a recuperação dela todo dia conversavam com a gente. Somos muito agradecidos, elas evoluíram superbem”, conta Sarah, que hoje cuida das três meninas em sua casa em Rio Claro.

 

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