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Dia Mundial de combate à hanseníase alerta sobre a doença 25/01/2019 Dia Mundial de combate à hanseníase alerta sobre a doença Secretarias municipal e estadual do Rio realizam atendimento à população em parceria com entidades e universidades. Além do evento, pontos turísticos do Rio serão iluminados para marcar o Janeiro Roxo

 Neste domingo (27) é comemorado o Dia Mundial de Combate e Prevenção da Hanseníase. A data, que faz parte do Janeiro Roxo, tem como objetivo chamar a atenção da sociedade durante todo o mês sobre a importância da prevenção, diagnóstico precoce e tratamento adequado da doença.

Para fortalecer a conscientização da população, as secretarias municipal e estadual de Saúde realizam, neste sábado (26), uma ação na Cinelândia, das 9h às 13h, com atendimento à população, orientação e distribuição de material sobre a hanseníase. O evento conta ainda com a parceria da Sociedade Brasileira de Dermatologia do Rio de Janeiro (SBD-RJ), do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan), além de universidades (UFRJ, UFF, UERJ), do Hospital Naval Marcílio Dias e da Santa Casa de Misericórdia.

Dentre as atividades, profissionais de saúde realizam exames clínicos com quatro consultórios da carreta do Morhan. Além disso, 12 médicos residentes em dermatologia das universidades e unidades de saúde parceiras atendem a população, com supervisão de dermatologistas da SBD-RJ. Outros doze 12 profissionais de áreas como fisioterapia, terapia ocupacional, serviço social e psicologia darão suporte nos atendimentos.

A programação do Janeiro Roxo inclui ainda a iluminação de pontos turísticos do Rio, com apoio da Rioluz e Arquidiocese. Fazem parte a sede da Secretaria de Estado de Saúde, o Cristo Redentor, os Arcos da Lapa, passarelas do Aterro do Flamengo, o Monumento Estácio de Sá, a Assembleia Legislativa e a Câmara Municipal do Rio.

IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO


Segundo o coordenador estadual do Programa de Controle da Hanseníase, André Luiz da Silva, a doença carrega as marcas do estigma e do preconceito, por conta de possíveis deformidades provocadas pelo tratamento tardio. 

"Por isso, é importante intensificarmos ações de conscientização e esclarecimento da população. Seu controle está baseado no diagnóstico precoce, tratamento e cura, assim como identificação da cadeia de transmissão e a adoção de medidas para evitar incapacidades físicas".

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