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Osteoporose: a melhor indicação é a prevenção no cuidado da doença 24/10/2018 Osteoporose: a melhor indicação é a prevenção no cuidado da doença Prática de exercício, exposição ao sol e consumo de cálcio ajudam no controle

 Para a osteoporose, o melhor remédio é a prevenção. A receita é do ortopedista Manoel Gonçalves Neto do Hospital Estadual Vereador Melchiades Calazans (HTO Baixada) que dá várias dicas simples para se evitar problemas com a doença que acomete cerca de 10 milhões pessoas no país, de acordo com dados da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF), de 2017. O alerta vem no mês em que se comemora o Dia Mundial da Osteoporose.

A doença se caracteriza pela redução de massa óssea, fazendo com que os ossos fiquem mais frágeis, aumentando a incidência de fraturas. A osteoporose está associada ao envelhecimento, uma vez que ao passar dos anos o organismo perde a capacidade de absorver o cálcio, nutriente importante no fortalecimento dos ossos. Por isso, o recomendável é ingerir 1.200 mg de cálcio por dia. Os principais sintomas causados pela osteoporose são dores na coluna e no quadril.

Normalmente, ela se manifesta nas mulheres aos 50 anos e nos homens aos 70 anos. Por ser uma doença silenciosa, as medidas preventivas são as mais indicadas. O especialista Manoel Gonçalves recomenta a prática de exercício regular: musculação, caminhada, pilates, yoga, hidroginástica e exposição ao sol por 20 minutos, sem utilização de filtro solar. Ações, que segundo ele, melhoram o equilíbrio, a postura e a sensação de bem-estar. Fazer uma alimentação rica em cálcio com a ingestão de folhas verdes, frutas secas, leite e queijo reforçam o organismo.

O médico do HTO Baixada explica que a osteoporose pode ser identificada com a realização da densitometria (exame de imagem). E o tratamento com o uso de medicamentos que estimulem a produção de massa óssea, ingestão adequada de cálcio, utilização de vitamina D e suplementos alimentares, sempre com a orientação de um profissional capacitado. Problema na tireoide, redução hormonal, sedentarismo, uso de álcool e de fumo aumentam o risco da doença. Aproximadamente uma em cada três mulheres vai apresentar uma fratura óssea durante a vida.

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