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Música é usada para estimular melhora de pacientes no Hospital de Traumatologia da Baixada 04/10/2018 Música é usada para estimular melhora de pacientes no Hospital de Traumatologia da Baixada Cantareiros, coral formado por voluntários, levou mensagens de amor, fé e esperança aos pacientes

 O som dos monitores, que controlam a frequência cardíaca, a pressão e o pulso dos pacientes internados no Hospital Estadual de Traumatologia e Ortopedia Vereador Melchiades Calazans (HTO Baixada), foi substituído nesta quinta-feira (04/10) pela música. O coral Cantareiros, composto por 15 vozes, levou aos internos um pouco de alegria, conforto, bem-estar e afeto, servindo como estimulo no processo de recuperação dos pacientes.

Criado há 11 anos, o grupo de voluntários formado por músicos, médicos, artistas, professores e jornalistas, mostra sua arte em hospitais, asilos, orfanatos e casas de acolhimentos. O coral se apresentou no CTI (Centro de Tratamento Intensivo), CTQ (Centro de Tratamento de Queimados), enfermarias e corredores. E seus efeitos foram sentidos com aplauso, acenos, sorrisos e lágrimas.

O evento foi organizado pela coordenadora do Núcleo de Segurança do Paciente do hospital, Luciana Maria Costa, que convidou os Canteiros para uma apresentação especial. Pela primeira vez no hospital, o coral cantou nesta quinta-feira músicas nacionais e estrangeiras. No repertório “Tempos Modernos”, de Lulu Santos, “Do Seu Lado”, Skank, e “We Are The World”, entre outros. Teve também samba e forró, em comum sempre a mensagem de esperança, fé e força. Emoção que foi sentida por Thiago das Chagas Sanches, de 28 anos, que teve os membros superiores e inferiores queimados por álcool ao fazer um churrasco. Segundo ele, é um tipo de atividade que deveria existir em todos os hospitais pois leva esperança.

No “tour” pelos corredores do hospital, funcionários se juntaram aos músicos dos Cantareiros e amplificaram a música que chegou a vários setores da unidade em Nilópolis. No CTI, o som dos monitores cedeu vez à música, humanizando o tratamento hospitalar.

Para Gleda Lalor, de 64 anos, uma das coordenadoras do Cantareiros, o objetivo do grupo é levar amor, alegria, conforte e paz usando a música como forma terapêutica.

O Hospital Estadual de Traumatologia e Ortopedia Vereador Melchiades Calazans (HTO Baixada) possui seis salas de cirurgias, quatro leitos RPA (Recuperação Pós-Anestésica), além do serviço de ultrassonografia, raio-x, ecocardiograma, exames laboratorial e ambulatorial.

 

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