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Dia do Médico: Técnica, amor e dedicação 18/10/2018 Dia do Médico: Técnica, amor e dedicação A missão é árdua, mas revigorante. A SES faz homenagem a todos os médicos da rede estadual contando a história de três profissionais que escolheram o serviço ao outro como missão

 Uma vida sem rotina, com muita correria e poucas horas de sono. Assim é o dia a dia de quem escolheu a medicina como profissão. Homens e mulheres que se dedicam a cuidar do outro e, em muitas situações, deixam suas casas e família em prol deste objetivo. Na Secretaria de Estado de Saúde não faltam exemplos de profissionais apaixonados pelo que fazem e dedicados ao ofício. Três foram escolhidos para representar todos os que fazem parte desse time de vencedores.

Um lugar para chamar de seu

Francisco Sayão chegou ao Centro Psiquiátrico do Rio de Janeiro (CPRJ) no fim da década de 90. Ele está onde a maioria sequer cogita: uma unidade que acompanha pacientes psiquiátricos. Com muita determinação o diretor da unidade criou um espaço aconchegante, que recebe os pacientes de forma humanizada e faz com que cada um deles se sinta especial.

- A gente faz questão de pensar as atividades levando em consideração a história de vida dos pacientes. Eles participam de cada etapa porque a ideia é criar um lugar onde eles tenham uma rotina e possam estar acolhidos e felizes. Um de nossos usuários é um exímio jogador de xadrez, mas tem dificuldades de interação, então pensamos que ele poderia ensinar o jogo para os colegas. Deu certo. Hoje temos aula de xadrez e um paciente acolhido – explicou o diretor.

O amor tem rosto

Quando atravessava a ponte Rio–Niterói em direção à Tijuca, onde fica a UERJ, a então estudante de medicina, Fernanda Fialho seguia firme diante das adversidades porque tinha absoluta certeza de seus objetivos. De família simples, ela sempre soube que precisaria se superar dia a dia para ser uma boa profissional. Mas além da capacidade técnica, Fernanda imprime grandes doses de amor e dedicação em cada atendimento que realiza.

- Foram muitos anos de estudo e com bastante dificuldade. Às vezes tinha que economizar muito pra não faltar o dinheiro para o lanche, pras cópias, pra compra dos livros. Minha mãe sempre foi uma grande incentivadora e hoje a gente se emociona quando olha pra trás e percebe que deu tudo certo –, orgulha-se a pediatra.

A médica que está à frente do CTI pediátrico do Instituto Estadual do Cérebro Paulo Niemeyer recebeu em março de 2016 a árdua tarefa de coordenar o ambulatório de microcefalia, criado para atender às crianças logo depois que se descobriu a associação do Zika vírus com a má formação congênita.

No fim de 2016, a pediatra recebeu o Prêmio Cariocas do Ano, da Revista Veja Rio, pelo trabalho desenvolvido à frente do ambulatório de microcefalia. Durante a cerimônia, um fotógrafo registrou a imagem do filho de Fernanda olhando para a mãe.

-Às vezes a gente tem dúvidas se está no caminho certo porque passamos muito tempo longe deles, mas a foto do João me olhando com aquela carinha de admiração foi o melhor prêmio de todos e me deu mais certeza de que é preciso seguir em frente –, contou.

Um obstetra apaixonado pela vida

Alexandre Chieppe é formado em ginecologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro há 21 anos. Apesar de já ter feitos muitos partos e ter pacientes cativas, Dr. Chieppe descobriu uma nova paixão: a Vigilância em Saúde. Ele se tornou especialista no assunto e sabe tudo sobre políticas públicas para evitar epidemias e garantir que nossa população esteja protegida contra doenças evitáveis pelas vacinas.

Chieppe é respeitado por onde passa porque sua dedicação e seriedade são quase palpáveis. Com explicações coerentes e certeiras, o médico se tornou uma das principais fontes da imprensa quando o assunto é imunização, surtos e possíveis epidemias.

- O exercício da medicina é extremamente gratificante, nossa missão é amenizar a dor de pacientes e de suas famílias. Isso é um desafio diário, mas nos enche de orgulho - concluiu.

 

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