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Seminário discute hanseníase no Estado do Rio 08/08/2018 Seminário discute hanseníase no Estado do Rio Do encontro, sairá um documento para nortear a execução do Plano Estadual

 Em referência ao Dia Estadual de Conscientização, Mobilização e Combate à Hanseníase, 5 de agosto, a Secretaria de Estado de Saúde promoveu o 2º seminário relativo ao tema na terça-feira (07/08). O evento aconteceu na Escola de Contas e Gestão do TCE-RJ e discutiu novas ações de enfrentamento à doença. Em 2017 ocorreram 931 novos casos da doença em todo o estado, contra 902, em 2016.

O seminário reuniu vários especialistas, gestores municipais, movimentos sociais e pesquisadores, que, em conjunto, debateram a questão da hanseníase e os desafios para sua eliminação. Desse processo de discussão, será aprovado um documento que vai subsidiar o Plano Estadual de Enfrentamento da Hanseníase no estado.

Apresentado pela Gerência Estadual de Dermatologia Sanitária, em parceria com o Instituto Morhan, a UERJ, a FIOCRUZ, a UFRJ, o TCE e outros, o evento contou com a participação de vários municípios: Itaboraí, Campos, Duque de Caxias, Itaperuna, Itaguaí e Niterói, bem como a Secretaria de Administração Penitenciária. Além de provocar a discussão sobre a hanseníase, os gestores municipais tiveram acesso a informações atualizadas, favorecendo um planejamento integrado.

A hanseníase é uma doença que afeta a pele, os nervos dos braços, das mãos, das pernas e outras regiões. Ela é transmitida pela tosse, espirro e o principal agente é a pessoa doente que ainda não recebeu tratamento. As manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amorronzadas, em qualquer parte do corpo, são alguns sinais da doença. O tratamento é feito gratuitamente pelo SUS e poder durar de 6 meses até 1 ano.

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