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Fôlego para hospitais 01/12/2017 Fôlego para hospitais Em apenas cinco meses, HTO em Nilópolis realiza mil cirurgias e desafoga unidades da Baixada

Após esperar 15 dias para ser atendido no Hospital da Posse, em Nova Iguaçu, Cristiano Magalhães, de 43 anos, conseguiu passar por uma cirurgia para realocar a placa de platina que havia se rompido em sua perna. O procedimento só foi possível no momento em que ele foi transferido para o Hospital Estadual de Traumatologia e Ortopedia Melchiades Calazans (HTO Baixada), em Nilópolis.

— Eu sofri um acidente em maio e estava me recuperando. Quando eu consegui voltar a andar, a placa de platina que foi colocada na minha perna rompeu. Fiquei com medo de passar por tudo de novo, toda a demora. Ainda bem que agora existe o HTO. Já Jefferson de Carvalho Cunha, de 23 anos, deu entrada no HTO no sábado, após também esperar 15 dias por uma cirurgia na perna no Hospital da Posse. Por conta de um acidente de moto, sofreu uma fratura exposta.

— As estruturas por aqui no HTO são bem melhores do que outras por aí. Para mim, a superlotação é o problema mais grave da Saúde — declara o jovem, que foi operado no hospital na última terça-feira. Ele passa bem.

Inaugurado em junho deste ano, o HTO Baixada já realizou 1.234 cirurgias, com uma média de 12 a 17 operações por dia. A unidade nasceu como uma alternativa para desafogar as emergências da região. Entre os pacientes, 58% foram encaminhados pelo Hospital da Posse, em Nova Iguaçu, ou pelo Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias. 

Publicado pelo Jornal Extra.

 

 

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