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Atitude saudável
19/06/2017 Lixo: reciclar, reaproveitar e reutilizar também são formas de prevenir doenças

Quanto lixo você produz em um dia? E em uma semana? Talvez você se assustasse com a quantidade de lixo que, sozinho, produz. Imagina uma casa, uma rua, um bairro, uma cidade... Não por acaso, o lixo já é considerado um dos principais problemas ambientais, sociais e de saúde pública. Escassez e esgotamento de recursos naturais, poluição do ar, da água e do solo são algumas das consequências do excesso de dejetos nas cidades. Mas há outro risco, que está ligado, diretamente, à dengue, à zika e à chikungunya: a proliferação do Aedes aegypti.

Lixo: reciclar, reaproveitar e reutilizar também são formas de prevenir doenças

As fêmeas do Aedes aegypti colocam seus ovos em água parada. É natural, ao falar em água acumulada, se lembrar de grandes depósitos, como caixas d’água e tonéis, mas é importante não esquecer que a água também pode se acumular em pequenos recipientes e objetos, como latas e garrafas, que são rotineiramente jogados no lixo. Sendo assim, se o lixo não for tratado adequadamente ou recolhido, permanecerá no meio ambiente por tempo suficiente para funcionar como criadouro do transmissor da dengue, da zika e da chikungunya.

Por isso, apesar dos cuidados que você toma em casa, é necessário se preocupar, também, em dar um destino certo ao lixo, reaproveitando, reutilizando e reciclando sempre que possível. Afinal, menos lixo, menos acúmulo de água, menos chances de proliferação do Aedes aegypti. Além disso, o reaproveitamento, a reciclagem e a reutilização de materiais inservíveis também minimizam impactos ambientais e podem ser fonte de trabalho e renda para muitas pessoas.

Assim como o combate ao Aedes aegypti, a reciclagem começa dentro de casa. É importante, por exemplo, separar os resíduos comuns daqueles que podem ser reciclados. Atualmente, é possível reciclar os objetos feitos de metal, plástico, papel e vidro. No caso dos metais, muitos produtos podem ser reaproveitados, sejam eles de alumínio, aço ou ferro. Embora possa não parecer, eles estão sempre presentes nas residências na forma de panelas, latas, grampos, parafusos, pregos, ferramentas, clipes e outros utensílios.

O mesmo vale para os plásticos. Além da garrafa pet, podem ser destinas à coleta seletiva embalagens que acompanham alimentos e produtos industrializados. O papel também é amplamente aproveitado na coleta seletiva, existindo apenas duas exceções: o papel carbono e o higiênico. Já no caso do vidro, só o comum pode ser reciclado. Como vidros temperados e espelhos não podem ser reciclados, ficam de fora os objetos como boxes, louças e lâmpadas.

Para fazer a sua parte, procure o programa organizado de coleta de seu município ou uma instituição, entidade assistencial ou catador que colete o material separadamente e verifique quais são os materiais recebidos por eles. Separe, então, os resíduos em não recicláveis e recicláveis e, no caso dos recicláveis, separe ainda papel, metal, vidro e plástico.

É importante escolher um local adequado para guardar os recipientes com os recicláveis até a coleta. Antes de guardá-los, limpe-os para retirar os resíduos e deixe-os secar naturalmente. Para facilitar o armazenamento, você pode diminuir o volume das embalagens de plástico e alumínios amassando-as. As caixas devem ser guardadas desmontadas.

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