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Alimentação
19/04/2017 Tipos de alimentos: conhecer para se alimentar bem

Que uma boa alimentação é fundamental para saúde você já sabe, não é mesmo? Mas como ter certeza se sua alimentação é mesmo saudável? O primeiro passo para isso é conhecer os alimentos e suas características. Desta forma é possível escolher e selecionar com mais consciência o que você e sua família vai comer. Confira, então, alguns tipos de alimentos!

Tipos de alimentos: conhecer para se alimentar bem

Alimentos in natura ou minimamente processados

Os alimentos in natura ou minimamente processados são a base de uma alimentação adequada e saudável. Alimentos in natura são aqueles obtidos diretamente de plantas ou de animais (como folhas e frutos ou ovos e leite) e adquiridos para consumo sem que tenham sofrido qualquer alteração após deixarem a natureza.

Já os alimentos minimamente processados são os alimentos in natura que foram submetidos a processos de limpeza, remoção de partes não comestíveis ou indesejáveis, fracionamento, moagem, secagem, fermentação, pasteurização, refrigeração, congelamento e processos similares que não envolvam agregação de sal, açúcar, óleos, gorduras ou outras substâncias ao alimento original.

São alimentos in natura ou minimamente processados:

• Legumes, verduras, frutas, batata, mandioca e outras raízes e tubérculos in natura ou embalados, fracionados, refrigerados ou congelados
• Arroz branco, integral ou parboilizado, a granel ou embalado
• Milho em grão ou na espiga, grãos de trigo e de outros cereais
• Feijão de todas as cores, lentilhas, grão de bico e outras leguminosas
• Cogumelos frescos ou secos
• Frutas secas, sucos de frutas e sucos de frutas pasteurizados e sem adição de açúcar ou outras substâncias
• Castanhas, nozes, amendoim e outras oleaginosas sem sal ou açúcar
• Cravo, canela, especiarias em geral e ervas frescas ou secas
• Farinhas de mandioca, de milho ou de trigo e macarrão ou massas frescas ou secas feitas com essas farinhas e água
• Carnes de gado, de porco e de aves e pescados frescos, resfriados ou congelados;
• Leite pasteurizado, ultrapasteurizado (‘longa vida’) ou em pó, iogurte (sem adição de açúcar)
• Ovos
• Chá, café, e água potável


Alimentos processados

Alimentos processados são aqueles fabricados pela indústria a partir da adição de sal, açúcar ou outra substância a alimentos in natura para torna-los duráveis e mais agradáveis ao paladar. Embora o alimento processado mantenha a identidade básica e a maioria dos nutrientes do alimento in natura, os ingredientes e os métodos de processamento utilizados na fabricação alteram a sua composição nutricional, deixando-o menos saudável.

A adição de sal ou açúcar, em geral em quantidades muito superiores às usadas em preparações culinárias, faz com que o consumo excessivo de alimentos processados esteja associado a doenças do coração, obesidade e outras doenças crônicas. Além disso, a perda de água que ocorre na fabricação de alimentos processados e a eventual adição de açúcar ou óleo transformam alimentos com baixa ou média quantidade de calorias por grama em alimentos de alta densidade calórica. A alimentação com alta densidade calórica, por sua vez, está associada ao risco de obesidade.

O consumo de alimentos processados deve ser limitado a pequenas quantidades. Confira exemplos de alimentos processados:

• Cenoura, pepino, ervilhas, palmito, cebola, couve-flor preservados em salmoura ou em solução de sal e vinagre
• Extrato ou concentrados de tomate (com sal e ou açúcar)
• Frutas em calda e frutas cristalizadas
• Carne seca e toucinho
• Sardinha e atum enlatados
• Queijos
• Pães feitos de farinha de trigo, leveduras, água e sal


Alimentos ultraprocessados

Alimentos ultraprocessados são preparações industriais feitas inteiramente ou em grande parte de com substâncias extraídas de alimentos (óleos, gorduras, açúcar, amido, proteínas), derivadas (gorduras hidrogenadas, amido modificado) ou desenvolvidos em laboratório com base em matérias orgânicas como petróleo e carvão, dos quais resultam os corantes, aromatizantes, realçadores de sabor e vários tipos de aditivos usados para deixar os produtos comestíveis mais atraentes.

Há muitas razões para evitar o consumo de alimentos ultraprocessados. Com frequência eles são ricos em gorduras e açúcares e apresentam alto teor de sódio. Para que tenham longa duração, costumam ser fabricados com gorduras que resistem à oxidação, mas que tendem a obstruir as do nosso corpo, as gorduras saturadas e trans. Além disso, tendem a ser muito pobres em fibras, que são essenciais para a prevenção de doenças do coração, diabetes e vários tipos de câncer.

São alimentos ultraprocessados:

• Biscoitos recheados
• Sorvetes
• Balas e guloseimas em geral
• Cereais matinais açucarados
• Bolos e misturas para bolo
• Barras de cereal
• Sopas, macarrão e temperos ‘instantâneos’
• Molhos
• Salgadinhos “de pacote”
• Refrescos e refrigerantes
• Iogurtes e bebidas lácteas adoçados e aromatizados
• Bebidas energéticas
• Produtos congelados e prontos para aquecimento como pratos de massas, pizzas, hambúrgueres e extratos de carne de frango ou peixe empanados do tipo nuggets
• Salsichas e outros embutidos
• Pães de forma, pães para hambúrguer ou de cachorro quente


Óleos, gordura, sal e açúcar

Óleos, gordura, sal e açúcar são produtos extraídos de alimentos in natura ou da natureza e, desde que utilizados com moderação, contribuem para diversificar, tornar mais saborosa e saudável a refeição. São produtos com alto teor de nutrientes cujo consumo pode ser prejudicial à saúde em grandes quantidades. O consumo excessivo de sódio e de gorduras saturadas, por exemplo, aumenta o risco de doenças do coração. Já o consumo excessivo de açúcar aumenta o risco de cárie dental, de obesidade e de várias outras doenças crônicas.

Exemplos destes tipos de produtos:

• Óleos de soja, de milho, de girassol ou de oliva
• Manteiga, banha de porco, gordura de coco
• Açúcar de mesa branco, demerara ou mascavo
• Sal de cozinha, refinado ou grosso

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