Os dados disponíveis são oriundos do Sistema de Informações Hospitalares do SUS - SIH/SUS, gerido pelo Ministério da Saúde, através da Secretaria de Assistência à Saúde, em conjunto com as Secretarias Estaduais de Saúde e as Secretarias Municipais de Saúde, sendo processado pelo DATASUS - Departamento de Informática do SUS, da Secretaria Executiva do Ministério da Saúde.
As unidades hospitalares participantes do SUS (públicas ou particulares conveniadas) enviam as informações das internações efetuadas através da Autorização de Internação Hospitalar (AIH), para os gestores municipais (se em gestão plena) ou estaduais (para os demais). Estas informações são consolidadas no DATASUS, formando uma valiosa Base de Dados, contendo dados de grande parte das internações hospitalares realizadas no Brasil.
As informações nestas páginas se referem aos períodos a partir de janeiro de 2008, quando foi implantada a Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses e Próteses e Materiais Especiais do Sistema Único de Saúde – SUS, instituída pela portaria GM/MS n.º 321 de 08 de fevereiro de 2007.
As informações referentes a períodos anteriores podem ser acessadas na página do DATASUS.
O SIH/SUS coleta mais de 50 variáveis relativas às internações: identificação e qualificação do paciente, procedimentos, exames e atos médicos realizados, diagnóstico, motivo da alta, valores devidos etc.
Através do Tabnet, a SES-RJ disponibiliza as principais informações para tabulação sobre as Bases de Dados do SIH/SUS.
Os dados aqui apresentados se referem a internações efetuadas por residentes no estado do Rio de Janeiro, mesmo que em estabelecimentos fora do estado.
Quantidade de AIHs aprovadas no período, tanto de novas internações como de prorrogação (longa permanência). Não estão computadas as AIHs rejeitadas.
Quantidade de AIHs aprovadas no período, não considerando as de prorrogação (longa permanência). Este é um valor aproximado das internações, pois as transferências, reinternações e reapresentações estão aqui computadas.
Valor total referente às AIHs aprovadas no período. Este valor não obrigatoriamente corresponde ao valor repassado ao estabelecimento, pois, dependendo da situação das unidades, estas recebem recursos orçamentários ou pode haver retenções e pagamentos de incentivos, não aqui apresentados. Portanto, este valor deve ser considerado como o valor estabelecido para o conjunto de procedimentos da AIH.
Valor médio das AIHs aprovadas no período.
Valor médio das AIHs aprovadas, computadas como internações, no período.
Valor dos serviços hospitalares (SH) referente às AIHs aprovadas no período. Aplicam-se as mesmas observações referentes ao valor total.
Valor dos serviços profissionais (SP) referente às AIHs aprovadas no período. Aplicam-se as mesmas observações referentes ao valor total.
Valor dos serviços hospitalares (SH) - complemento federal - referente às AIHs pagas no período. Aplicam-se as mesmas observações referentes ao valor total. Informações disponíveis a partir de agosto de 2012.
Valor dos serviços hospitalares (SH) - complemento do gestor estadual ou municipal - referente às AIHs pagas no período. Aplicam-se as mesmas observações referentes ao valor total. Informações disponíveis a partir de agosto de 2012.
Valor dos serviços profissionais (SP) - complemento federal - referente às AIHs pagas no período. Aplicam-se as mesmas observações referentes ao valor total. Informações disponíveis a partir de agosto de 2012.
Valor dos serviços profissionais (SP) - complemento do gestor estadual ou municipal - referente às AIHs pagas no período. Aplicam-se as mesmas observações referentes ao valor total. Informações disponíveis a partir de agosto de 2012.
Quantidade de internações que tiveram alta por óbito, nas AIHs aprovadas no período.
Razão entre a quantidade de óbitos e o número de AIHs aprovadas, computadas como internações, no período, multiplicada por 100.
Total de dias de internação referentes às AIHs aprovadas no período. São contados os dias entre a baixa e a alta. Exemplo: internação = 15/02/2003; alta = 18/02/2003; dias de permanência = 3.
Nota: este valor não pode ser utilizado para calcular a ocupação da unidade hospitalar, por incluir períodos fora do mês e os períodos em que o paciente utilizou UTI.
Média de permanência das internações referentes às AIHs aprovadas, computadas como internações, no período.
Número de diárias computadas nas AIHs aprovadas. Nem sempre corresponde aos dias de permanência, por não computar as diárias de UTI ou unidade intermediária, além de outras situações previstas na Tabela de Procedimentos.
Média do número de diárias por internação referentes às AIHs aprovadas, computadas como internações, no período.
Número de AIHs aprovadas que tiveram utilização de UTI – Unidade de Tratamento Intensivo.
Relação entre o número de AIHs aprovadas que tiveram utilização de UTI e o número total de AIHs aprovadas.
Valor total referente à utilização de UTI. Este valor já está computado no valor da AIH e de seus componentes de Serviços Hospitalares e Profissionais, portanto não deve ser somado a eles.
Valor médio referente à utilização de UTI. Só está calculado para as AIHs que tiveram utilização de UTI.
Número total de diárias referentes à utilização de UTI.
Média do número de diárias de UTI nas AIHs que utilizaram UTI.
Número de AIHs aprovadas que tiveram utilização de UI – Unidades Intermediárias.
Relação entre o número de AIHs aprovadas que tiveram utilização de UI e o número total de AIHs aprovadas.
Número total de diárias referentes à utilização de UI.
Média do número de diárias de UI nas AIHs que utilizaram UI.
Número de AIHs aprovadas que tiveram diárias de acompanhante.
Relação entre o número de AIHs aprovadas que tiveram diárias de acompanhante e o número total de AIHs aprovadas.
Número total de diárias de acompanhante.
Média do número de diárias de acompanhante nas AIHs que as tiveram.
Período do processamento da informação, sendo igual ao mês anterior ao da apresentação da AIH para faturamento. Corresponde, geralmente, ao mês da alta. Nas seguintes situações não é o mês da alta:
Local de residência do paciente.
Local onde a unidade hospitalar está estabelecida. Para as unidades hospitalares localizadas fora do estado do Rio de Janeiro, é apresentada apenas a unidade da federação onde está localizado.
Gestor estadual ou municipal, responsável pela internação. Para as unidades hospitalares localizadas fora do estado do Rio de Janeiro, é apresentada apenas a unidade da federação onde está localizado.
Número e nome da unidade hospitalar, conforme o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES, de internações ocorridas no estado do Rio de Janeiro.
Número e nome da unidade hospitalar, conforme o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES, de internações ocorridas fora do estado do Rio de Janeiro.
Número e nome da unidade hospitalar, conforme o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ, de internações ocorridas no estado do Rio de Janeiro.
Número e nome da unidade hospitalar, conforme o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ, de internações ocorridas fora do estado do Rio de Janeiro.
Entidade mantenedora da unidade hospitalar.
Vinculação administrativa da unidade hospitalar, conforme as seguintes categorias:
Esfera administrativa à qual a unidade hospitalar está diretamente subordinada, conforme as seguintes categorias:
Forma de Gestão, conforme as seguintes categorias:
Sexo do paciente, conforme as seguintes categorias:
Faixa etária do paciente, nas seguintes categorias:
Faixa etária do paciente, nas seguintes categorias:
Idade detalhada do paciente, nas seguintes categorias:
Cor/raça do paciente, conforme as seguintes categorias:
Especialidade do leito de internação, conforme as seguintes categorias:
Tipo de AIH, conforme as seguintes categorias:
Identificação da AIH, nas seguintes categorias:
As demais categorias apresentadas não se referem às internações hospitalares.
Caráter de atendimento, nas seguintes categorias:
Observe-se que as categorias de acidentes, lesões e envenenamentos são pouco utilizadas.
Indica (sim ou não) se a AIH apresentada teve utilização de UTI – Unidade de Terapia Intensiva.
Indica (sim ou não) se a AIH apresentada teve utilização de UI – Unidade Intermediária.
Indica (sim ou não) se a AIH apresentada teve diárias de acompanhante.
Indica, para AIHs que tiveram utilização de UTI ou UI, o tipo de unidade utilizada:
Período em que teve início a internação. Para que sejam apresentadas as internações que tiveram início em determinado período, pode ser necessário selecionar vários dos períodos disponíveis, que se referem ao período de processamento.
Período em que teve alta a internação. Para que sejam apresentadas as internações que tiveram alta em determinado período, pode ser necessário selecionar vários dos períodos disponíveis, que se referem ao período de processamento.
Motivo de alta/permanência, de acordo com as seguintes categorias:
Observe-se que no caso de alta/óbito de mãe, puérpera ou gestante, houve mudanças na forma de classificação a partir de 2010.
Motivo da alta ou permanência, segundo os grupos apresentados acima, com maior detalhamento.
Observe-se que no caso de alta/óbito de mãe, puérpera ou gestante, houve mudanças na forma de classificação a partir de 2010.
Procedimento realizado e seu grupo, subgrupo e forma de organização, de acordo com a Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses e Próteses e Materiais Especiais do Sistema Único de Saúde – SUS.
Nota: só constam desta lista os procedimentos apresentados como principais. Também não constam os atos médicos e outros procedimentos secundários.
Corresponde ao bloco de financiamento do procedimento:
As demais categorias de financiamento não se aplicam às internações hospitalares.
No caso de internações financiadas pelo Fundo de Ações Estratégicas e Compensações (FAEC), indica a rubrica correspondente.
Nota: Durante o mês de janeiro de 2008, foram utilizadas algumas rubricas anteriores à unificação da tabela.
Indica a regra contratual do estabelecimento, conforme definido no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, para não geração de crédito por produção dos Sistemas de Informação Ambulatorial e Hospitalar.
Complexidade do procedimento, nas seguintes categorias:
As demais categorias não se aplicam às internações hospitalares.
Procedimento solicitado, de acordo com a Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses e Próteses e Materiais Especiais do Sistema Único de Saúde – SUS.
Diagnóstico primário que levou à internação, segundo a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10), segundo capítulos, grupos e categorias, lista especial de tabulação para morbidades e subcategorias.
Diagnóstico primário que levou à internação, quando este for um dos diagnósticos da Lista Brasileira de Internações por Condições Sensíveis à Atenção Primária, definida pela Portaria nº221 de 17 de abril de 2008.
A variável Diagnóstico sensív. at.básica 2 apresenta esta mesma lista de diagnósticos no nível mais desagregado da CID 10 (subcategorias) e a variável Diagnóstico sensív. at.básica 3 apresenta apenas os subtotais dos 19 grupos de condições sensíveis à atenção primária relacionados na referida Portaria.
Esta categoria de análise permite apresentar as AIHs segundo a causa externa que levou à internação (acidentes. lesões autoprovocadas intencionalmente, agressões, etc.). Esta informação é normalmente informada através do diagnóstico secundário, utilizando o capítulo XX da CID-10 (Causas externas de morbidade e de mortalidade), sendo o diagnóstico primário nestes casos utilizado para informar a natureza da lesão (traumatismo, intoxicação, efeitos tóxicos etc.), através do capítulo XIX – Lesões, envenenamentos e algumas outras consequências de causas externas.
A informação pode ser apresentada segundo grandes grupos, grupos e categorias de causas externas.